MASP

Serigrafistas Queer

Sos relinda – Ley 26.485, 2012

  • Autor:
    Serigrafistas Queer
  • Dados biográficos:
    Buenos Aires, Agentina, 2007
  • Título:
    Sos relinda – Ley 26.485
  • Data da obra:
    2012
  • Técnica:
    Serigrafia sobre papel
  • Dimensões:
    19 x 18,2 cm
  • Aquisição:
    Doação das artistas, no contexto da exposição Histórias das mulheres, histórias feministas, 2019
  • Designação:
    Gravura
  • Número de inventário:
    MASP.11074
  • Créditos da fotografia:
    MASP

TEXTOS


Por Anelise Valls
Na exposição Histórias feministas: artistas depois de 2000 (MASP, 2019) o não-grupo argentino Serigrafistas Queer participou com um corpus de frases e imagens reflexivas e críticas em bandeiras, cartões, pôsteres, peças de roupas que aludem a políticas sexuais e de identidade. Cada matriz de estampagem e seus slogans fazem parte de um conjunto de experiências que ganham o espaço público no contexto da Marcha do Orgulho LGBTIQ que acontece todos os anos em diferentes cidades da Argentina. Através de intervenções e ações gráficas, todos os códigos abertos criados são disponibilizados para serem facilmente reapropriados e criar novas alianças políticas em diferentes lugares. Desses encontros criativos emergem o amplo repertório de denúncias e provocações, dentre os quais destaca-se reivindicações sobre direitos reprodutivos Mi cuerpo mi decisión, Aborto legal es vida, e discursos que são associados às lutas pela emancipação dos corpos e das sexualidades não normativas: Fanchona Sapatão Torta Caminhoneira Lesbiana, Ni Varón, Ni Mujer, Ni XXY, Ni H20, Archivo Nuestro Tiempo, Nuetro Deseo, Nuestras Voces, Somos Malas Podemos ser Peores, Amo a mi mamá travesti, Estoy gay, Sos re linda Ley 26.485.

— Anelise Valls, mestre em Filosofia da Arte, USP, 2021




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