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Histórias, memórias e identidades continentais

16.5.2026
SÁBADO
9h30 - 18h

Em 2026, os encontros do MASP Professores são vinculados ao ciclo Histórias latino-americanas e têm como objetivo promover o diálogo de profissionais da educação com artistas, curadores, intelectuais, professores, ativistas e outros agentes, a partir do pensamento crítico sobre a região. Além das palestras e conferências, todos os encontros contarão com o laboratório de práticas de mediação, atividade que visa instrumentalizar o público do programa em suas visitas em grupo ao MASP e em suas ações didáticas/de mediação na sala de aula ou outros contextos educacionais.

 

O segundo encontro do programa tem como ênfase perspectivas andinas sobre a constituição dos territórios como espaços de articulação de identidades, resistências e preservação de memórias. Partindo de uma abordagem histórica até o compartilhamento de experiências comunitárias e artísticas contemporâneas, as apresentações de Sandra Morales, Rocio Quispe Yujra e Shirley Espejo abordarão os processos de construção de pertencimento social e cultural em comunidades indígenas e migrantes. No período da tarde, o Laboratório de Mediação será conduzido por Janaína Machado, que tratará da criação de roteiros de visitas educativas que entrecruzam espaços expositivos, a escola e outros contextos educacionais, com ênfase no acervo do MASP.

 

Todos os encontros de 2026 serão presenciais e acontecerão nas seguintes datas

 

14.3. América Latina: educação em movimento 

16.5. Histórias, memórias e identidades continentais 

8.8. Améfrica em perspectiva

24.10. Histórias latino-americanas

 

CRONOGRAMA

9H30 — 10H30
Recepção e café da manhã
Primeiro subsolo, edifício Lina Bo Bardi

10H30 — 13H30
Mesa-redonda
MASP Auditório, edifício Lina Bo Bardi

13H30 — 15H30
Intervalo
 
15H30 — 17H30
Laboratório de mediação
MASP Auditório, edifício Lina Bo Bardi 

 

17H30 — 18H

Café de encerramento
Primeiro subsolo, edifício Lina Bo Bardi

 

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PESSOAS CONVIDADAS
Janaína Machado, Rocio Quispe Yujra, Sandra Morales e Shirley Espejo

 

Público: profissionais da área da educação, seja ela escolar, universitária, museal ou no terceiro setor, e pessoas interessadas em geral.

Atividade gratuita, presencial, com tradução simultânea para Libras. 

Caso necessite de outros recursos de acessibilidade, escreva para professores@masp.org.br

O evento será gravado e disponibilizado no canal do MASP no YouTube.

Vagas limitadas

Haverá certificado de participação

 

Durante o evento haverá a distribuição gratuita de um número limitado de catálogos de exposições do MASP. Cada participante poderá retirar uma (1) unidade de cada título disponibilizado para esta atividade, enquanto durarem os estoques. Essa informação será atualizada e confirmada no momento da retirada. Mais detalhes no formulário de inscrição.

Quaisquer dúvidas e solicitações podem ser encaminhadas para professores@masp.org.br

 

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PROGRAMA 

 

9H30 — 10H30

Recepção e café da manhã

Primeiro subsolo, edifício Lina Bo Bardi

 

10H30 — 13H30

Mesa-redonda

MASP Auditório, edifício Lina Bo Bardi


SANDRA MORALES 

O corpo político como resistência e memória desde o movimento Taki Onkoy até nosso tempo

Durante os anos seguintes à invasão espanhola na América, surgiram várias rebeliões ocorridas como reação dos indígenas aos colonizadores. Uma delas foi o Taki Onkoy, um movimento de resistência não armada que tinha como um de seus objetivos principais utilizar o corpo e os rituais para transmitir conhecimentos e preservar a memória. Do século XVI até os dias atuais, as populações indígenas na América Latina, em geral, têm sofrido tentativas de genocídio e epistemicidio, momentos de ruptura social têm surgido por meio de massacres de grupos indígenas e do controle de narrativas dominadas pelo racismo estrutural e pela desigualdade socioeconômica deliberadamente perpetuada. Mas os Taki Onkoy ainda vivem, se manifestam em nós, porque o Taki Onkoy é memória histórica, é consciência biográfica, é o corpo político que jamais se cala.

 

ROCIO QUISPE YUJRA

Saberes em movimento: práticas educativas comunitárias, migração e pertencimento étnico da comunidade indígena Aymara na Praça Kantuta, em São Paulo

A apresentação discute práticas educativas comunitárias a partir da experiência de migrantes indígenas andinos em São Paulo, com foco na Praça Kantuta como território de encontro, resistência e produção de saberes. Articulando as ações do Coletivo Sí, Yo Puedo!, do Centro Cultural Andino Amazônico (CCAA) e do NEABI (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas do IFSP), serão abordadas metodologias que valorizam saberes tradicionais, práticas culturais e trocas horizontais de conhecimento. A proposta evidencia a potência pedagógica das comunidades Aymara e Quechua em contexto urbano, destacando processos de reconstrução identitária, pertencimento e educação intercultural. Também problematiza os desafios no acesso a direitos e políticas públicas, convidando à construção de perspectivas educacionais mais plurais, situadas e comprometidas com o direito de migrar e de se autodeclarar indígena.

 

SHIRLEY ESPEJO

Espejismo: Reimaginar histórias imigrantes através dos vazios

A partir de uma série de intervenções fotográficas familiares realizadas entre Brasil e Bolívia durante sua primeira residência artística internacional, Espejismo (Shirley Espejo) convida a refletir sobre os processos de construção e preservação das memórias afetivas e familiares em contextos migratórios. Ao compartilhar esse percurso, a artista apresenta sua pesquisa em torno da aproximação e construção de imagens por meio da colagem manual e do papercutting.

 

13H30 — 15H30

Intervalo

 

15H30 — 17H30

Laboratório de mediação

MASP Auditório, edifício Lina Bo Bardi

 

JANAÍNA MACHADO 

Visitas educativas crítico-criativas em espaços de arte

O laboratório de mediação apresenta uma proposta pedagógica em torno da prática de mediação cultural no contexto de exposições de artes visuais. Partindo da centralidade da produção artística como plataforma para ampliação da educação crítica e da experiência sensível, o laboratório tem por objetivo discutir os caminhos e abordagens da prática de mediação a partir da estrutura de roteiros de visitas educativas aplicadas no cruzamento entre o espaço expositivo, a escola e outros contextos educacionais, com ênfase no acervo do MASP.

 

17H30 — 18H

Café de encerramento
Primeiro subsolo, edifício Lina Bo Bardi


Inscreva-se

Participantes

JANAÍNA MACHADO Janaína Machado é curadora educativa, educadora, pesquisadora, consultora e produtora cultural. Mestra em Estudos Étnicos pela UFBA com a defesa da pesquisa Radiografias Epistêmicas: Poéticas Políticas Negras na Bienal de São Paulo, (2023). Integra o grupo de pesquisa Curadoria e Educação do Projeto Museu como Encruzilhada e na Encruzilhadas. Bacharel em Letras-Língua Portuguesa e Linguística pela USP (2007). Tem experiência na área de arte-educação e mediação cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, artes visuais, arte afro-brasileira, arte contemporânea, epistemologias negras, crítica da arte e educação das relações étnico-raciais. Publicou os artigos Mediação cultural no cruzo da abordagem das relações étnico-raciais, publicado no livro Mediação Cultural em pauta: Diálogos entre educação, arte e cultura, do Instituto Arte na Escola (2024); Não Somos Fãs de Canalha: poéticas políticas afrodiaspóricas na 34ª Bienal de São Paulo, pela Revista Caos - Dossiê Poéticas afrodiaspóricas: Abordagens interdisciplinares (2021).  

ROCIO QUISPE YUJRA  Rocio Quispe Yujra é educadora e pesquisadora indígena Aymara (Bolívia), atuante em São Paulo. É voluntária do Coletivo Sí, Yo Puedo!, onde desenvolve projetos na Praça Kantuta voltados à valorização da identidade cultural e ao fortalecimento da cidadania, com foco no acesso e na permanência escolar da população migrante e na defesa de seus direitos. Coordenou a publicação do livro Histórias que se Cruzam na Kantuta. É servidora pública do IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo) desde 2014; em 2017, idealizou o projeto PertenSer IFSP/SYP; e integra o  Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas - NEABI/IFSP, desde 2022. É integrante do Centro Cultural Andino Amazônico (CCAA), atuando na organização de cerimônias indígenas, como o Ano Novo Andino, e no desenvolvimento de atividades formativas com indígenas em contexto de mobilidade, reafirmando o direito de migrar e de se autodeclarar indígena. Sua atuação se dá especialmente junto às comunidades Aymara e Quechua presentes no território da Praça Kantuta, em São Paulo.  

SANDRA MORALES   Imigrante peruana, nasceu na cidade de Arequipa e é descendente de indígenas quéchuas. Psicóloga antirracista e contracolonial, graduada em Psicologia, com mestrado em Psicologia Social e especialização na Psicologia analítica e arteterapia. Ativista pelos direitos dos imigrantes, faz parte do Coletivo Psimigra, integra a Associação Junguiana do Brasil, com a cosmovisão andina como linha de pesquisa. Também é integrante do grupo de teatro andino Akshu. Trabalha como psicoterapeuta e como formadora.  

SHIRLEY ESPEJO Espejismo (Shirley Espejo) é artista visual indígena aymara, brasileira e filha de imigrantes bolivianos. Indicada em 2025 ao Prêmio Pipa, desafia narrativas hegemonicamente difundidas em mídias impressas e digitais sobre povos originários em deslocamento através de exercícios visuais com colagem manual. É idealizadora do Colagem para mãos livres, projeto de investigação e experimentação artística sobre colagem manual e deslocamentos de imagens a partir de encontros abertos ao público, e de Agosto do Papel, evento independente de difusão das possibilidades do papel como meio de expressão artística. Foi artista selecionada do 33° Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo, apresentando sua primeira exposição individual Rasgo. Foi artista participante do Projeto Emergir - Leituras Expandidas com livros Pop-up (contemplado pelo ProAC 25/2022) para confecção de um livro infanto-juvenil com temática de identidade e imigração. É artista selecionada a integrar a I Exposição e Ciclo de Acompanhamento Artístico da Rede ArteRefúgio, uma iniciativa do grupo de pesquisa CINERE - Trajetórias sem Fronteiras e da Cátedra Sérgio Vieira de Mello UNICAMP/ACNUR para a difusão de expressões artísticas no contexto das migrações e deslocamentos humanos.

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