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Acervo
MASP

O MASP é considerado hoje o Museu de arte mais importante do Hemisfério Sul, com cerca de 10.000 peças, abrangendo arte africana, das Américas, asiática, brasileira e europeia, desde a Antiguidade até o século 21, incluindo pinturas, esculturas, desenhos, fotografias e roupas, entre outros.


Além de nomes do acervo europeu – com obras de Rafael, Ingres, Van Gogh, Cézanne, Renoir, Monet e Picasso –, fazem parte desse conjunto peças de outras culturas, como o par de guerreiros chineses e a escultura da divindade africana Exu. Entre os brasileiros, há trabalhos de Maria Auxiliadora, Agostinho Batista de Freitas, Albino Braz, José Antônio da Silva e Rafael Borjes de Oliveira, artistas autodidatas que atuavam fora do circuito tradicional da arte e da academia, e frequentemente são deixados de lado na história da arte. Este grupo ajuda a construir um panorama mais amplo e diverso da cultura brasileira, ao lado dos já reconhecidos Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Candido Portinari e Victor Meirelles.


Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, o acervo do Museu vem sendo enriquecido e ampliado por meio de doações de pessoas físicas e de parcerias com empresas e instituições.


Nesse site temos um recorte de aproximadamente 2 mil obras da coleção, que podem ser acessadas em seus detalhes a partir da pesquisa abaixo.


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o Acervo

O MASP é o primeiro museu moderno do país. Ele foi fundado em 1947 pelo jornalista e empresário brasileiro Assis Chateaubriand, que convidou o crítico e marchand italiano Pietro Maria Bardi para dirigi-lo, função que exerceu por cerca de 45 anos.

As primeiras obras de arte do MASP foram selecionadas por Bardi e adquiridas por doações da sociedade local, formando o mais importante acervo de arte europeia do Hemisfério Sul.

Hoje, a coleção do MASP reúne mais de 9 mil obras, e inclui pinturas, esculturas, objetos, fotografias e vestuário de diversos períodos, abrangendo a produção europeia, africana, asiática e das Américas.

Primeiramente instalado na rua 7 de Abril, no centro da cidade, em 1968 o museu foi transferido para essa sede, na avenida Paulista. O arrojado projeto é da arquiteta Lina Bo Bardi, e se tornou um marco na história da arquitetura modernista mundial.

Com base no uso do vidro e do concreto, Lina Bo Bardi criou uma arquitetura de superfícies ásperas e sem acabamentos luxuosos, que contempla leveza, transparência e suspensão.

A radicalidade da arquiteta também se faz presente nos icônicos cavaletes de cristal, que você vê a sua frente. Feitos de concreto e vidro, eles foram criados especialmente para expor a coleção do Museu nesse espaço.

Ao retirar as obras das paredes e exibi-las nos cavaletes, o MASP deseja questionar o tradicional modelo de museu europeu. Aqui, nesse espaço amplo e livre, com a expografia suspensa e transparente, você pode ter um convívio mais próximo com as obras do acervo.

Elas estão organizadas cronologicamente e algumas delas contém faixas de áudio gravadas por artistas e curadores.

Desejamos uma ótima visita virtual e esperamos encontrá-lo no MASP em breve!