MASP

ESTUDOS
CRÍTICOS

Em diferentes dias da semana, de modo presencial ou on-line, o MASP Escola oferece os cursos de Estudos Críticos, módulo que aborda tópicos específicos da cultura contemporânea. Cada curso tem duração mínima de 8 horas, ou quatro aulas de duas horas cada uma.
De programa intensivo, o módulo tem como objetivo ser um espaço de debate sobre as intersecções entre a arte e as questões políticas e sociais de peso na atualidade. As aulas também transitam pelos assuntos propostos pelos ciclos temáticos que pautam o programa de exposições do museu a cada ano.
A matrícula pode ser feita de maneira independente em cada um dos cursos.

Erika Verzutti, Venus #Freethenipple, 2017, acervo MASP, doação da artista, 2018

Corpos indomáveis: literatura, arte, histeria

com Veronica Stigger
5.11-10.12.2021 | ONLINE
19h-21h

Neste curso, pretende-se examinar um conjunto de obras de escritoras e artistas plásticas modernas e contemporâneas, como Maria Martins, Clarice Lispector, Hilda Hilst, Erika Verzutti, Dora Smék, entre outras, em que o corpo (e, mais especificamente, o corpo da mulher) aparece como lugar de expressão daquilo que certa tradição de pensamento ensinou a reconhecer, com sentido inicialmente negativo, mas finalmente positivo, como um impulso desvairado e metamórfico. Sob este impulso, o corpo se apresenta convulsionado, desorganizado, seccionado e transformado. 

Anna Bella Geiger, Brasil nativo/Brasil alienígena, 1976-77, acervo MASP, doação da artista, 2019

Histórias do cinema de artista no Brasil

com Patrícia Mourão de Andrade
3.11-8.12.2021 | ONLINE
19H-21H


É evidente o engajamento da produção contemporânea de filmes de artistas com a agenda ambiental, o debate racial e de gênero. Tomando como ponto de partida essa produção e as questões que a informam e atravessam, pretende-se aqui revisitar a história do filme de artista no Brasil para pensar outras histórias e genealogias possíveis para o contemporâneo. O percurso traçado abordará desde a criação em bitolas menores, como o super 8 e 16 mm nos anos 1960 e 1970, e as primeiras incursões da vídeo-arte, até práticas e processos de artistas como Anna Bella Geiger, Roberto Sandoval, Regina Vater, Anna Maria Maiolino, Victor Gerhard, Zózimo Bulbul, Glauber Rocha, Lygia Pape, entre outros.

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