MASP

MASP Oficinas

SÁB - DOM/ 14H - 17H
VAGAS LIMITADAS
ATIVIDADES GRATUITAS

As atividades do MASP Oficinas buscam acentuar o caráter de encontro, compartilhamento e troca, ampliando o olhar sobre arte, cultura, corpo e a ocupação do espaço do museu, bem como da cidade, através do vão livre. A partir de linguagens diversas - desenho, pintura, dança, escrita, contação de histórias, costura, bordado, performance, música, teatro, moda, ilustração, arte multimídia, colagem, defesa pessoal, trabalho com saberes tradicionais etc - o programa traz artistas, educadores, ativistas e/ou coletivos que propõem atividades práticas juntos aos participantes.

Em 2019, as oficinas estão sendo desenvolvidas em interlocução direta com as aberturas das exposições temporárias, e/ou em intersecções entre mais de uma exposição, em confluência com o tema Histórias das mulheres, histórias feministas.

Histórias das mulheres, histórias feministas

O que vemos quando olhamos dança?

com Beth Bastos e Núcleo Pausa
30.11.2019
sábado
14h-17h

Atravessados pelos ensinamentos de Klauss Vianna e Lisa Nelson, Beth Bastos e o núcleo Pausa propõem uma experiência de composição e movimento com foco no corpo e no espaço, ativando a percepção dos sentidos e da imaginação. Um trabalho com procedimentos e partituras que despertem e transformem nossos sentidos em movimento, exercitando a edição em tempo real, sintonizando gestos num jogo de autopercepção que possibilite a descoberta de novos movimentos e composições no espaço, na relação com a arquitetura e com o outro.

Indicada para pessoas com interesse no movimento do olhar, e na criação de imagens e de composição em dança. Concebido pela bailarina Beth Bastos e pelo Pausa, núcleo de pesquisa que investiga a questão do olhar, da imaginação e a relação da dança com a arquitetura e a fotografia.Projeto realizado com apoio do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura

PROPONENTE

Beth Bastos é formada em dança moderna pelo Transforma (1978 – 1982) em Belo Horizonte, em dança clássica pela Royal Academy of London e em dança contemporânea em Amsterdã e São Paulo (1986 – 2014). Em São Paulo, estudou e trabalhou com Klauss Vianna por 8 anos, com quem desenvolveu uma estratégia de ensinar dança voltada para crianças e adolescentes. Também colaborou com Zélia Monteiro em projetos de criação e improvisação em torno do pensamento de Klauss Vianna, a saber: Cê vai indo ou vem vindo (1998) e no recente Núcleo de improvisação (2005). Dentre seus trabalhos destacam-se: Improvisos (1999), Devaneios do repouso (2001), Der Fisher (2002), Mar (2005), Pequenos humores (2010), Casa (2013), Blind trios (2014), Átimo, estudo nº1 (2015) e Dança, fotografia e arquitetura, estudo nº 2 (2015). Colabora com artistas e diretores de teatro e cinema na preparação corporal e design de movimento. 

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