VAGAS LIMITADAS
ATIVIDADES GRATUITAS
O programa MASP Oficinas busca acentuar o caráter de encontro, compartilhamento e troca, ampliando os olhares sobre a arte, a cultura, o corpo e a ocupação do espaço do museu, bem como da cidade, através do vão livre. Artistas, educadores, ativistas e/ou coletivos são convidados a conduzir os encontros, compartilhar experiências e saberes e incentivar a produção artística dos participantes explorando diferentes linguagens das artes. Através da prática, dialogamos com as exposições em cartaz e os temas transversais ao ciclo curatorial do ano. As oficinas são sempre presenciais e contam com interpretação em Libras, se solicitada no ato de inscrição.
Nesta oficina, Nat Rocha convida os participantes a desenvolver uma experimenta-ação artística coletiva no espaço público, a partir de materiais recolhidos da cidade, intervindo sobre a paisagem e o cotidiano paulistano. Em diálogo com a exposição Colectivo Acciones de Arte: democracia radical, o título da atividade faz referência à frase “O que está dentro fica, o que está fora se expande”, do 3NÓS3, grupo atuante em São Paulo no mesmo período do coletivo em exibição. A proposta se inspira em intervenções urbanas realizadas por coletivos sul-americanos nas décadas de 1970 e 1980.
A atividade é aberta a pessoas interessadas em práticas artísticas e processos colaborativos, sem necessidade de experiência prévia. Propõe um espaço de encontro entre corpo, território e materialidades urbanas.
DATA | 09.05.2026, sábado
HORÁRIO | 10h30 às 13h
VAGAS | 20
IDADE | a partir de 14 anos (menores acompanhados)
PONTO DE ENCONTRO | 1º subsolo do Edifício Lina
ATIVIDADE GRATUITA
OBSERVAÇÕES | a atividade contará com intérpretes de Libras, mediante solicitação prévia no ato de inscrição
PROPONENTE
Nat Rocha: é artista e educadora, graduada em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP. Nascida no interior de Minas Gerais e criada em Guarulhos (SP), sua prática transita entre diferentes linguagens, materiais e territórios — da periferia ao centro.
Entre intervenções, instalações, objetos participativos e esculturas vestíveis, seu trabalho parte da apropriação de restos da cidade, subvertendo e tensionando mecanismos urbanos para propor outras performances possíveis ao corpo su(l)balternizado.
Iniciou sua trajetória como educadora em cursinhos populares e atuou com mediação de visitas e oficinas em instituições culturais como Sesc, Bunkyo e Centro Cultural Olido.