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Trilha de Práticas Decoloniais

Horário
19H ÀS 21H
Duração do Módulo
ONLINE
SEGUNDAS-FEIRAS]
04.05 a 05.10.2026
16 AULAS (4 cursos, 4 aulas cada)
Investimento
de R$ 1.900,00 por R$ 1.425,00
Complete sua formação: acesse os 4 cursos da trilha com o investimento de apenas 3.

PÚBLICO GERAL  5X R$ 285,00
AMIGO MASP  5X R$ 242,25

*VALORES PARCELADOS NO CARTÃO DE CRÉDITO
Professores
Kleber Amancio (Organizador), Emilly Pereira Chaves, Sabrina Melo e Elson de Assis Rabelo.
Inscreva-se
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Complete sua formação: acesse os 4 cursos da trilha com o investimento de apenas 3.

O que você vai aprender na Trilha de Práticas Expositivas:

 
  • - Leitura crítica do poder na arte — como colonialidade e racismo moldaram os cânones e apagaram narrativas na história da arte brasileira.
  • - Artistas negros e sua produção invisibilizada — gravadores, pintoras e fotógrafos negros que atuaram no eixo RJ-SP e em territórios quilombolas, suas obras e trajetórias.
  • - Raça e gênero como categorias analíticas — ferramentas para identificar hierarquias nas imagens e reconhecer estratégias artísticas que tensionam e reinventam esses enquadramentos
  • - Reescrever o cânone a partir das margens — como artistas e intelectuais situados fora dos centros hegemônicos produziram outras narrativas de modernidade e contemporaneidade.
  • - Museus, arquivos e memória — o papel das instituições culturais na construção e no apagamento de narrativas, e as iniciativas que disputam representatividade e justiça histórica.
 

Ao reunir quatro cursos independentes e complementares, permite ao participante construir um repertório crítico progressivo: das bases teóricas da colonialidade até análises concretas de obras, exposições e acervos. Os professores são pesquisadores ativos em suas áreas, com produção acadêmica relevante sobre raça, gênero e história da arte. A trilha é indicada para educadores, artistas, pesquisadores, curadores e qualquer pessoa interessada em ampliar seu olhar sobre a arte brasileira sob perspectivas plurais e críticas. A realização dos quatro cursos oferece uma formação integrada que nenhum deles isoladamente proporciona.

AVISO | 
As aulas serão realizadas online, ao vivo, por meio de uma plataforma de ensino. O link de acesso será enviado aos participantes após a inscrição. O curso será gravado, e cada aula ficará disponível por 30 dias após sua realização. Os certificados serão emitidos para os participantes que atingirem, no mínimo, 80% de presença nas aulas.
 

Planos de aulas

CURSO 1: Arte e Narrativas Contra-Hegemônicas (Prof. Kleber Amancio)

Aula 1 - 04/05/2026 | Arte, Poder e Colonialidade

O primeiro encontro explora como as artes visuais articulam poder, colonialidade e resistência. A aula estabelece os fundamentos da colonialidade e da pós-colonialidade, oferecendo as primeiras ferramentas para a leitura crítica de imagens, exposições e instituições.

Aula 2 - 11/05/2026 | Desafiando a Hegemonia: Estratégias e Tensões
Nesta aula, serão discutidas as estratégias adotadas por artistas e intelectuais que desafiam ativamente as narrativas hegemônicas. O foco será entender como essas produções tensionam os cânones da história da arte e as normas eurocêntricas vigentes.

Aula 3 - 18/05/2026 | Perspectivas Afro-diaspóricas, Feministas e de Gênero
A partir da análise de casos históricos e contemporâneos, este encontro incorpora perspectivas afro-diaspóricas, feministas e de gênero ao debate, visando ampliar as abordagens de análise visual e expandir as vozes reconhecidas na produção artística.

Aula 4 - 25/05/2026 | A Arte como Campo Político e Simbólico
O último encontro do curso sistematiza as discussões anteriores para permitir que os participantes compreendam definitivamente a arte como um campo político e simbólico. O objetivo é consolidar o repertório crítico para a interpretação e análise de visualidades contra-hegemônicas.

CURSO 2: Raça, gênero e representatividade na arte afro-brasileira (Profª. Emilly Pereira Chaves)

Aula 5 - 08/06/2026 | Regimes de Visibilidade na Arte Brasileira
O curso se inicia investigando como os regimes de visibilidade moldaram a história da arte no Brasil, definindo quem tem permissão para ser visto, representado ou legitimado no campo artístico nacional.

Aula 6 - 15/06/2026 | Enquadramentos e Hierarquias: Diálogos com Grada Kilomba
A partir das reflexões de Grada Kilomba e de noções conceituais de enquadramento, a aula discute como as imagens e os discursos visuais participaram de forma ativa na construção e manutenção de hierarquias raciais e de gênero.

Aula 7 - 22/06/2026 | Estratégias de Deslocamento na Arte Afro-brasileira
Em diálogo direto com as produções das artistas Yêdamaria Oliveira, Rosana Paulino, Aline Motta e Sonia Gomes, este encontro aborda as estratégias estéticas e políticas de deslocamento e reformulação dos regimes de visibilidade hegemônicos.

Aula 8 - 29/06/2026 | Políticas de Esquecimento e Disputas Institucionais
O encerramento do curso culmina em uma reflexão crítica sobre as políticas de esquecimento e apagamento histórico, analisando as disputas institucionais contemporâneas em torno da arte afro-brasileira e sua inserção nos museus e galerias.

CURSO 3: Mulheres reinventando o Cânone da Arte Brasileira (Profª. Sabrina Melo)

Aula 9 - 10/08/2026 | A História da Arte a Partir das Margens
O curso propõe, em sua introdução, uma leitura crítica da história da arte no Brasil a partir das margens — compreendidas aqui como posições geográficas, institucionais e simbólicas. Inicia-se a investigação sobre a atuação de artistas mulheres do século 20 à contemporaneidade.

Aula 10 - 17/08/2026 | Modernidades Descentradas
Focando em proposições estéticas e políticas muitas vezes situadas fora dos eixos sudestinos e hegemônicos, a aula articula o conceito de modernidades descentradas, mostrando o impacto de produções realizadas em contextos regionais.

Aula 11 - 24/08/2026 | Corpo, Território e Artivismo Ambiental
Este encontro avança pelos eixos temáticos do corpo, do território e do artivismo ambiental. Analisaremos como as artistas mulheres contemporâneas utilizam essas frentes não apenas como temas, mas como formas de ação política e ecológica através da arte.

Aula 12 - 31/08/2026 | Reconfigurando o Cânone Historiográfico
A última aula faz um balanço das produções marginais e centralizadas, analisando como essas "margens" se configuram como espaços potentes de elaboração estética e crítica, plenamente capazes de questionar e reconfigurar o cânone historiográfico da arte brasileira.

CURSO 4: Olhares quilombolas: Fotografia e memória brasileira (Prof. Elson de Assis Rabelo)

Aula 13 - 14/09/2026 | Imagens e Arquivos Fotográficos Quilombolas
A aula introdutória abordará a produção e o significado estrutural de imagens e arquivos fotográficos produzidos sobre comunidades quilombolas no Brasil, dando especial destaque para obras de autoria dos próprios sujeitos quilombolas.

Aula 14 - 21/09/2026 | Fotografia Negra, Territórios e Lutas por Direitos
Analisaremos casos específicos (como os quilombos Rio das Rãs e Buri, na Bahia) para pensar a dimensão da fotografia negra conectada aos diferentes territórios, ao debate ambiental contemporâneo e à agenda contínua de lutas por direitos.

Aula 15 - 28/09/2026 | Imagens em Contextos Familiares, Religiosos e Festivos
Com o aporte da análise de imagens, documentos e da história oral, a aula discute o entrecruzamento entre a fotografia produzida e consumida em contextos de intimidade familiar, ou atrelada a práticas religiosas e festivas da comunidade.

Aula 16 - 05/10/2026 | Memória, Ocupação e Narrativas da Experiência Negra
O encerramento foca no universo das imagens surgidas em contextos de reconhecimento e organização política. Debateremos como essas fotografias contribuem para a memória da ocupação da terra, da migração e do agenciamento quilombola, sendo indispensáveis à elaboração de narrativas sobre a experiência negra brasileira.

Coordenação

Kleber Amancio é doutor em História Social pela USP e professor no CECULT, vinculado à UFRB. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas, e atualmente atua como Non-Resident Fellow no Hutchins Center da Harvard University (2025–2026). Integra o Conselho do IPHAN. Sua principal área de pesquisa concentra-se na representação negra nas artes visuais e na formação dos cânones da história da arte brasileira.

Emilly Pereira Chaves é pesquisadora e crítica de arte, investiga as relações entre arte brasileira, raça, gênero e decolonialidade. Doutoranda em Artes Visuais e Mestra em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia. Dedica-se ao estudo da trajetória de artistas negras, suas atuações e às disputas narrativas no campo das artes visuais. Atua com pesquisa curatorial, escrita crítica e desenvolvimento de projetos acadêmico-culturais, articulando arte afro-brasileira, cultura visual latino-americana e estudos da diáspora africana.

Sabrina Melo é historiadora e museóloga. Professora de história, teoria e crítica de arte no Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e no Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV UFPB/UFPE). Doutora em História pela Universidade Federal de Santa Catarina. Desenvolve investigações voltadas à atuação de mulheres nas artes visuais da Paraíba, com ênfase nas questões de gênero e nas contribuições femininas para a constituição do campo artístico.

Elson de Assis Rabelo é Professor Associado da Universidade Federal do Vale do São Francisco; Colaborador do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais/UFBA; Integrante da Coordenação de Memória e Verdade da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Pessoas Escravizadas/Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania; Pesquisador do Zumví Arquivo Afro Fotográfico.
 

Conferencistas

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