Tarsila e Frida, Maria Auxiliadora e Rosa Elena: o vestir como invenção, memória e resistência na obra de artistas latino-americanas.
O que vou aprender neste curso?
- 1° Diálogos entre mulheres artistas da América-Latina
- 2° O vestir como linguagem artística
- 3° Relações entre criação artística e construção da aparência
- 4° O corpo vestido: território de invenção, memória e resistência
- 5°Modos de vestir, poéticas visuais e disputas simbólicas
O curso propõe uma leitura crítica do vestir como constituição da prática artística ao investigar as relações entre criação e aparência a partir de trajetórias de mulheres latino-americanas que marcaram a arte moderna e contemporânea. As aulas vão explorar o corpo vestido como território de invenção, memória e resistência e propor diálogos entre Tarsila do Amaral e Frida Kahlo; Maria Auxiliadora e Rosa Elena Curruchich; Leticia Parente e Ana Mendieta; Aline Motta e María Magdalena Campos-Pons. O curso pretende evidenciar como os modos de vestir integram poéticas visuais e disputas simbólicas no trabalho dessas artistas.
Trajetórias e criações coletivas que reescrevem a moda na América Latina: curso com pesquisadores da Colômbia, Argentina, México e Brasil.
O que vou aprender neste curso?
1° - Tradição, design e criação coletiva
2° - Relações entre moda argentina e moda brasileira
3° - Mapeamento do trabalho de designers de origem latino-americana ativos nos séculos XX e XXI
4° - Curadoria, pesquisa e educação de moda em museus na América Latina e Estados Unidos da América
5° - Exposições de moda na América Latina na década de 2020
O curso investiga as trajetórias de criadores de moda latino-americana nos séculos XX e XXI, e propõe leituras de histórias da moda e da arte na América Latina em diálogo com pesquisas acadêmicas, acervos museológicos e práticas curatoriais e artísticas atuais. Ao reunir diferentes perspectivas sobre histórias da moda na América Latina, o curso estimula o debate e a construção de olhares críticos. Alinhado à programação curatorial do MASP em 2026, dedicada às histórias latino-americanas, vai promover conversas instigantes e ampliar repertórios para além dos cânones eurocêntricos.