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TRILHA DE PRÁTICAS EXPOSITIVAS

Horário
19h às 21h
Duração do Módulo
PRESENCIAL
QUARTAS-FEIRAS
4.03 a 29.07.2026
20 AULAS
Investimento
de R$ 2.950,00 por R$ 2.360,00
Complete sua formação: acesse os 5 cursos da trilha com o investimento de apenas 4.

PÚBLICO GERAL  5X R$ 472,00
AMIGO MASP  5X R$ 401,20
*VALORES PARCELADOS NO CARTÃO DE CRÉDITO
Professores
Mirtes Marins de Oliveira (organização), Silvia Gonçalves Arruda, André Pitol, Felipe Chodin, Mirtes Marins de Oliveira, Paula Amaral.
Inscreva-se
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Solicitação de bolsas para professores * * Apenas rede pública

O que você vai aprender na Trilha de Práticas Expositivas:

 

  • - Pensamento Curatorial e Narrativas Críticas: Dominar métodos curatoriais contemporâneos (como a pidginização) para construir discursos potentes que articulem questões de diáspora, resistência e novas humanidades no campo das artes.
  • - Expografia Inclusiva e Acessibilidade: Projetar espaços e experiências baseados no desenho universal, dominando normas técnicas e tecnologias assistivas para garantir que a exposição seja, de fato, um território democrático.
  • - Tradução Editorial e Design de Catálogos: Compreender o ciclo completo de produção de um catálogo — da estrutura editorial à materialidade gráfica — transformando a pesquisa curatorial em um documento histórico e visual de alta qualidade.
  • - Mediação e Experiência do Público: Desenvolver estratégias de aprendizado crítico e roteiros de interpretação que conectem o acervo aos visitantes, tratando a exposição como um laboratório vivo de diálogo e reflexão.
  • - Gestão e Dinâmicas do Circuito da Arte: Mapear o ecossistema das artes, compreendendo os papéis de cada agente (museus, galerias, bienais), os mecanismos de financiamento, leis de incentivo e as parcerias estratégicas que sustentam a carreira profissional.
 

Práticas Expositivas propõe uma trilha de aprendizagem que visa o desenvolvimento do pensamento crítico e criativo nos processos de pesquisa e desenvolvimento de curadorias e exposições a partir do ambiente institucional do MASP, considerado hoje o Museu de arte mais importante do Hemisfério Sul.   A segunda versão da Trilha é composta por cinco (5) módulos sequenciais, em diálogo com questões do campo expositivo mas também da perspectiva de uma sociedade plural. Os módulos e seus conteúdos serão alinhados com os eixos curatoriais desenvolvidos pelo Museu no período, História Latino-americanas e Histórias da Loucura.

IMPORTANTE |

As aulas serão ministradas presencialmente no MASP. Os certificados serão emitidos para aqueles que completarem 80% de presença.

 

Diferencial do curso
O curso se diferencia por oferecer de forma intensa e sistemática a possibilidade de, durante o processo de aprendizado, acesso aos espaços expositivos do MASP de maneira a exercitar a observação e análise de exposições de forma orientada e dialogada por quem desenvolve pesquisas e trabalha no circuito artístico. Além disso, tem como possibilidade constante, a realização de pesquisas junto ao Centro de Pesquisa do MASP, constituído por fotos, textos, catálogos, cartazes, recortes de jornal, entre outras fontes, que documentam a história do MASP e da vida artística da cidade de São Paulo, desde 1947. Essa disponibilidade tem como objetivo fomentar e apoiar o desenvolvimento de uma prática curatorial e expositiva fundamentada a partir da construção de referências, da pesquisa e da reflexão crítica que caracteriza a dimensão profissional da curadoria e a elaboração de exposições de uma perspectiva socialmente responsável, em conformidade com a abordagem desenvolvida na Escola do MASP. Além dessas características, a trilha é orientada por profissionais do circuito artístico com ampla e extensa atuação.

Expografia acessível
Silvia Gonçalves Arruda  — 4, 11, 18 e 25.03.2026

Perspectivas curatoriais: pidginização e outros métodos
André Pitol — 08, 15, 22 E 29.04.2026

Design de Catálogos em Processos Curatoriais
Felipe Chodin — 06, 13, 20 e 27.05.2026

Exposições como Aprendizado Crítico
Mirtes Marins de Oliveira — 03, 10, 17 e 24.06.2026

Práticas e Relações no Circuito da Arte
Paula Amaral — 08, 15, 22 e 29.07.2026

Planos de aulas

Aula 1 - 04/03/2026 | Fundamentos teóricos sobre acessibilidade e desenho universal
Dados históricos servirão como introdução aos temas de acessibilidade, das deficiências e do desenho universal, através de definições assim como condutas específicas para todos os públicos. Serão apresentadas ferramentas teóricas, tais como normas NBR 9050:2021, NBR 16537 e Lei Brasileira de inclusão no. 13.146.
 
Aula 2 - 11/03/2026 | Estudos de casos exemplares de exposições acessíveis no Brasil e Exterior
Com um extenso levantamento de casos serão apresentadas boas práticas de acessibilidade em exposições em vários locais do Brasil, Europa e Estados Unidos, assim como introdução aos parâmetros normativos específicos através da adaptação da norma NBR 9050 para a expografia.
 
Aula 3 - 18/03/2026 | Apresentação de tecnologias assistivas
A  partir de materiais e exemplos de técnicas e produtos, serão apresentadas soluções de acessibilidade. Entre eles, mapas tátil, textos em braille e tinta ampliada, audioguia, vídeo-libras, legendas para surdos e janela em braille, obras táteis, maquetes e outros mais.
 
Aula 4 - 25/03/2026 | Análise técnica mediada
A partir da indicação uma visita prévia a uma exposição com recursos de acessibilidade variados projetada pela professora, na qual a ampla tipologia de tecnologias assistivas esteja presente, serão apresentados os parâmetros normativos e as possibilidades de mediação com a diversidade de públicos. 

Aula 5 - 08/04/2026 | Introdução: entre curadoria e método, escrita e escuta
O primeiro encontro estabelece um terreno comum sobre os assuntos compartilhados no curso, especialmente a partir da prática do curador Bonaventure Soh Bejeng Ndikung na reflexão escrita, em livros como In a While or Two We Will Find the Tone: Essays and Proposals, Curatorial Concepts, and Critiques (2020) e An ongoing-offcoming tale: ruminations on art, culture, politics and Us/Others (2022), e exposições, como “Force Times Distance: On Labour and Its Sonic Ecologies” (2020-24) e “Indigo waves and other stories: re-navigating the Afrasian Sea and notions of diaspora (2023).
 
Aula 6 - 15/04/2026 | Pidginização e outros métodos curatoriais
Essa aula é dedicada à noção de pidginização, proposta por Ndikung no livro Pidginização como método curatorial: brincando com linguagens e modos de fazer curadoria [2023] (2025). Por pidginização, o curador entende uma maneira de fazer curadoria pela troca e pelo contato de mundos, uma reflexão curatorial que não é apenas cognitiva, mas fenomenológica e espacial e pode se manifestar em uma série de estratégias poéticas e metodológicas onde a contação de histórias possibilita múltiplos arranjos com a linguagem e a cultura.
 
Aula 7 - 22/04/2026 | Matrizes de O Quilombismo
A teoria do pensador pan-africano brasileiro Abdias Nascimento foi o mote da exposição “O Quilombismo: Of Resisting and Insisting. Of Flight as Fight. Of Other Democratic Egalitarian Political Philosophies” (2023), realizada na Casa das Culturas do Mundo, em Berlim. Tomaremos esse exemplo para discutir como a prática curatorial pode pensar as contribuições diaspóricas de maneira espacial e discursiva.
 
Aula 8 - 29/04/2026 | Praticando a humanidade
O último encontro visa uma reflexão sobre a proposta de desenvolvimento curatorial a partir da noção de humanidade como prática, além de outras como escuta profunda, que se vinculam tanto à humanidade quanto à noção de pidginização como método curatorial, permitindo a análise da exposição como mais um estudo de caso do pensamento curatorial de Ndikung próximo ao contexto brasileiro. 
 
 Aula 9 - 06/05/2026 | Catálogo como extensão, registro e contexto da exposição
O catálogo como documento, comunicação e memória que contextualiza e registra a exposição. A partir de estudos de caso, exploraremos diferentes abordagens conceituais, como os catálogos se desenvolveram nas últimas décadas e seu papel na construção da identidade institucional das exposições.
 
Aula 10 - 13/05/2026 | Da curadoria à linguagem própria do catálogo
Como a curadoria e a pesquisa do artista se traduzem em projeto editorial. Análise de estudos de caso sobre narrativa, identidade visual e as ferramentas que permitem criar uma linguagem própria para cada publicação, para além da mera transposição da exposição.
 
Aula 11 - 20/05/2026 | Projeto gráfico: materialidade e individualização
Decisões gráficas que dialogam com o universo registrado: tipografia, tratamento de imagens, formato e acabamento. Estudos de caso que mostram como cada exposição demanda sua própria solução material e visual, criando objetos únicos.
 
Aula 12 - 27/05/2026 | Produção e visão integrada do processo
Da concepção à impressão: orçamento, cronograma e produção gráfica. Análise de processos completos que integram curadoria, pesquisa do artista e projeto gráfico, mostrando como essas camadas dialogam para criar o catálogo como objeto final.
 
Aula 13 - 03/06/2026 | Introdução às práticas expositivas e suas relações com os públicos
Dois panoramas serão abordados nesse encontro :1) sobre a categoria exposição, suas histórias e elementos constituintes. A exposição como um aprendizado para quem faz e quem visita; o que é possível considerar como aprendizado em uma exposição?; 2) sobre o trabalho educacional em museus: elencando formas de trabalho ao longo da história.

Aula 14 - 10/06/2026 | Exercícios de visitação
Visita à exposição Acervo em Transformação, com exercícios de visitação a partir de diferentes perspectivas: 1) a partir de análise sobre uma obra e ou artista, irradiar para outras no contexto da exposição; 2) análise de um grupo de obras/artistas a partir de gêneros da tradição artística; 3) formalismo; 4) trabalhando dialogicamente; 5) uma relação dos públicos com obras a partir da História Social. Aula no espaço expositivo.

Aula 15 - 17/06/2026 | Possíveis roteiros de visitação e interpretação de exposições
Visita ao Centro de Pesquisa: levantamentos de referências e estudos para visitas às exposições. Análise de materiais de apoio para elaboração de roteiros de visita. Visita às exposições temporárias do MASP.   Aula no espaço expositivo.

Aula 16 - 24/06/2026 | Exercícios de visitação
Exercícios de visitação a partir de materiais de apoio. Análise de materiais de apoio, publicações e panorama da literatura sobre os espaços expositivos como lugares de aprendizado. Aula no espaço expositivo.
 
 Aula 17 - 08/07/2026 | O Sistema da Arte e seus Agentes em São Paulo
Será apresentado o sistema da arte como uma complexa rede de agentes, com os artistas no centro, as instituições culturais (museus, centros culturais) na preservação e educação, e o circuito formal (galerias, colecionadores) na promoção e comercialização. O foco será compreender as características e funções de cada um destes agentes no ecossistema específico do circuito das artes.
 
Aula 18 - 15/07/2026 | Pontos de Intersecção e Interdependência
Esta aula irá detalhar os pontos de intersecção que geram um ambiente de crescimento mútuo entre artistas, instituições e o mercado. Serão abordados: realização de exposições, desenvolvimento da carreira de artistas, pesquisas, publicações, apoios financeiros, comodato de obras e fortalecimento do colecionismo. O objetivo é demonstrar como essas interdependências geram resultados positivos para todo o sistema, desde a geração de empregos até a internacionalização dos artistas.
 
Aula 19 - 22/07/2026 | Mecanismos de Sustentabilidade e Financiamento
Esta aula abordará os mecanismos de sustentabilidade do sistema, desde as leis de incentivo à cultura até o protagonismo da iniciativa privada na gestão de instituições. Serão detalhados modelos de apoio do circuito de arte, incluindo a atuação de galerias. A análise focará como as parcerias estratégicas entre museus e o circuito de arte suprem lacunas operacionais e financeiras, gerando um sistema de retroalimentação que garante a manutenção de todo o ecossistema das artes.
 
Aula 20 - 29/07/2026 | Bienais como Espelho do Ecossistema Artístico
Esta aula analisará as bienais como estudo de caso que sintetizam as dinâmicas abordadas anteriormente. O foco será examinar como este tipo de evento manifesta na prática as complexas relações entre artistas, instituições, curadores, galerias e colecionadores. A discussão final avaliará como os diferentes agentes do sistema interagem neste contexto particular, refletindo sobre os desafios contemporâneos nas relações entre produção artística, curadoria e sustentabilidade financeira no panorama atual das artes visuais.

Coordenação

Mirtes Marins de Oliveira é doutora em Educação: História e Filosofia e Pesquisadora Colaboradora na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (2020–2025). Coordena a pós-graduação em Design da Universidade Anhembi Morumbi. Atua como curadora, com destaque para exposições como Contra o estado das coisas – anos 70 (2014), Especular (2018) e Comigo ninguém pode (2019), na Galeria Jaqueline Martins; Arte para todos! Liberação e Consumo (Instituto Figueiredo Ferraz, 2016); Não um sonho (Galeria Simões de Assis, 2021); Máscaras: Fetiches e Fantasmagorias (Paço das Artes, 2021–2022) e Justiça de transição não é transação: a brutalidade e o jardim (Memorial do Ministério Público – RJ, 2023), esta última como co-curadora. Foi coeditora da revista Marcelina (2008–2012), participou como autora do livro Cultural Anthropophagy: The 24th Bienal de São Paulo 1998, da coleção Exhibition Histories (Afterall, 2015), e coorganizou o livro Histórias das exposições: casos exemplares (EDUC, 2016). É também autora do ensaio The body and the opus as a witness of times, sobre Letícia Parente, publicado em The Feminist Avant-Garde. Art of the 1970s (2017), organizado por Gabriele Schor. Em 2024, lançou o livro Gretta Sarfaty, pela Act Editora.  

 

Silvia Gonçalves Arruda é formada em Arquitetura pela FAU Santos (1983), trabalhou na Konigsberger & Vannucchi Arquitetos. Saiu em 1985 para abrir a empresa Peça Única Design, onde atuou até 1999. Em 2000 abriu seu próprio escritório, trabalhando com enfoque multidisciplinar. São mais de 300 projetos de ARQUITETURA, EXPOGRAFIA E ACESSIBILIDADE. Possui ESPECIALIZAÇÃO EM ACESSIBILIDADE de edifícios e exposições pela SMPED e MAE USP, assim como em CURADORIA pela FASM. Pós graduada latu-sensu MBA em Gestão de Museus e Inovação - UNIMAIS | ABGC | EXPOMUS | Instituto Tomie Ohtake. Recebeu os prêmios: Prêmio Nacional do IPHAN com o Centro de Memória da Fundação Dorina Nowill (2013) ; Prêmio Aldir Blanc de Apoio à Cultura da cidade de São Paulo - MÓDULO III / Gésio Amadeu - pela trajetória (2020); Prêmio E-vivências – memórias, experiências e teorias para a Casa de Cultura Cidade Ademar pela SMC (2020); Prêmio ProacLab 39 – técnicos da cultura SMC (2021); Prêmio Aldyr Blanc - ProacLab 42 – cultura em casa (2021). Participa dos GRUPOS DE PESQUISA: REM–Rede de educadores em museus SP e GEPAM–Grupo de ensino e pesquisa de acessibilidade em museus IEB-USP. Ministra palestras e cursos de acessibilidade cultural e expografia acessível.

 

André Pitol é pesquisador, curador e professor, com doutorado pela ECA-USP. Foi co-curador adjunto da 36º Bienal de São Paulo (2025). É docente da École Intuit Lab - Instituto Francês de Design, Digital e Estratégia e da pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica – SP. Integra o Grupo Especial América Latina y los Balcanes: vínculos culturales y sociales (CIBAM/CLACSO) e é membro associado da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN). Atua em projetos de curadoria e pesquisas em história da arte a partir de uma perspectiva afrotópica. Escreveu ensaios para e-flux, The Brooklyn Rail, Photographies, Mídia Ninja e ZUM. Realizou a curadoria de Edival Ramosa - Nova Construção Totêmica (coleção moraes-barbosa, São Paulo, 2024) e Expondo Patrimônios: a arte de pendurar histórias (SADA, São Paulo, 2019). Foi co-curador da 30º Mostra de Arte da Juventude (Sesc Ribeirão Preto, 2022) e curador-adjunto de A parábola do Progresso (Sesc Pompeia, 2022/2023). Co-conceptualizou o programa itinerante Escola de Quilombismo, na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim (2023). Em 2024, foi pesquisador residente no Centro Internacional de Artes Gráficas, em Ljubljana, Eslovênia, e no ThinkArt, em Casablanca, Marrocos; no mesmo ano foi contemplado com uma bolsa da Foundation for Arts Initiatives. 

 

Felipe Chodin é formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU-USP), com pós-graduação em Produção Gráfica pela Escola SENAI Theobaldo De Nigris. Atua como designer gráfico desde 2011, desenvolvendo trabalhos com ênfase em produção editorial e cultural.  Entre 2012 e 2022, integrou a equipe da SP-Arte, onde, a partir de 2018, assumiu a liderança do time de design e a direção de arte das revistas traço— e SP–Arte.  Atualmente é diretor de arte da Act Arte, onde assina projetos de livros como, entre outros: Casa Zabragim (2022), Bará (2023) – ganhador do Jabuti 2024 na categoria Projeto Gráfico –, Arte à mesa: Diálogos entre arte e comida na América Latina, Maria Lira (2024), Sonhos ao sol e Vivian Caccuri: Criatura som e seus espectros (2025). 

 

Paula Amaral é profissional com extenso currículo em desenvolvimento, planejamento, produção e administração de projetos nas áreas de Artes Visuais e Museologia. Atualmente atua como Gestora e Produtora Cultural Independente. Até setembro de 2025, foi Diretora de Operações da Nara Roesler Galeria de Arte. Licenciada em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado, com MBA em Gestão de Museus e Inovação, pela Associação Brasileira de Gestão Cultural e Expomus; iniciou suas atividades, em 1987, no setor de arte educação do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, especializou-se em organização e produção executiva e de projetos na área de cultura, onde atuou por mais de 20 anos representada pela empresa PA Gestão e Projetos Culturais de sua propriedade. Como diretora de Operações da Nara Roesler Galeria de Arte, coordena as equipes de acervo, montagem de exposições e feiras, logística e produção de obras. Atuou como Coordenadora Executiva da Curadoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM, entre 2010/2021; integrante de várias comissões de análise de projetos culturais entre 2015 até os dias atuais.

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