MASP

O MASP DE LINA: 50 anos do edifício na avenida Paulista

5.11 | seg
10h-18h30

Este seminário celebra os 50 anos do edifício do MASP na avenida Paulista, desenhado por Lina Bo Bardi e inaugurado em novembro de 1968. A discussão será dedicada à arquitetura do edifício, aos impactos do projeto na vida cotidiana da cidade de São Paulo e aos usos sociais e políticos do vão do MASP. O caráter coletivo e a fruição pública definem a arquitetura do MASP, expressando o posicionamento de Lina diante de questões socioculturais e o papel da arquitetura nesse debate. Os espaços amplos, arejados e transparentes do edifício propõem um contato franco não apenas com os usuários, mas também com a população que circula na avenida. Mesmo com o passar do tempo e com as mudanças sociais e contextuais, como de reformas no próprio edifício – de maior ou menor relevância perante seus valores e desenho arquitetônico-estrutural – pode-se dizer que o Museu mantém boa parte do seu caráter inicial até os dias de hoje.

O seminário de um dia O MASP de Lina: 50 anos do edifício na avenida Paulista contará com apresentações de arquitetos, historiadores e curadores nacionais e estrangeiros, que discutirão a história do edifício, sua concepção e seus usos nos últimos anos. O seminário também apresentará diálogos entre arquitetos e engenheiros que trabalharam com Lina na construção do prédio e entre fotógrafas que realizam ensaios inéditos sobre o prédio, a serem publicados, junto aos artigos dos palestrantes entre outros materiais, em um catálogo com previsão de lançamento para abril de 2019. 

O seminário e o livro antecedem a exposição que o MASP realizará sobre Lina Bo Bardi, em parceria com o Museu Jumex (México) e o MCA Chicago (EUA), em 2019, ano que o Museu dedicará às Histórias das mulheres, histórias feministas.

Organizador(es): Adriano Pedrosa, André Mesquita e Guilherme Giufrida

O evento conta com o patrocínio da Goodyer e CAU/SP

O seminário O MASP de Lina foi realizado através da parceria de fomento com o CAU/SP, pelo Edital de Chamamento Público 001/2018 – Lote 1B, assinado no dia 01 de novembro de 2018. O evento aconteceu na sede no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP, inscrito sob o CNPJ nº 60.664.745/001-87. O valor total da parceria foi de R$ 95.139,18. O evento, realizado no dia 05 de novembro de 2018, está atualmente na fase de elaboração da prestação de contas para ser apresentado ao CAU/SP.  

INSCRIÇÕES GRATUITAS NO DIA DO EVENTO
 
A retirada de ingressos será realizada duas horas antes do início do seminário, na bilheteria do museu. Para receber o certificado, é necessário o cadastro de e-mail, nome completo e a apresentação de um documento oficial no dia do evento. O certificado será enviado posteriormente para o e-mail cadastrado.

PROGRAMA

10h
Introdução
 
10h10-12h

MARINA GRINOVER | O projeto do MASP: tradução de um ideário de arquitetura e de cidade
Partindo da premissa de que o edifício traduz uma ideia de espaço público e de arte na cultura urbana paulista, revisitaremos a história de sua construção conduzida pela arquiteta Lina Bo Bardi. A particular poesia da sede do Museu na avenida Paulista nos apresenta a posição da arquiteta para a construção de sentido da obra arquitetônica. Uma dimensão artística e política forjada na sua formação italiana e na convivência com a cultura brasileira do Sertão nordestino nos anos 1960. Foi durante o desenvolvimento do projeto do MASP que Lina Bo Bardi mergulhou profundamente nas raízes populares do Brasil, encontrando uma força cultural seca e indigesta, mas genuinamente nacional. A história deste projeto nos mostra a decantação de um sentido particular da obra arquitetônica amalgamada a uma ideia de cultura nacional, de cidadania e de progresso, necessariamente inclusiva e humanista.
 
EDUARDO ROSSETTI | MASP: o Museu na trajetória de Lina Bo Bardi
O MASP é a arquitetura de maior caráter monumental da obra de Lina Bo Bardi. Trata-se da sede de uma instituição cujo projeto arquitetônico está de acordo com a vocação emancipadora, transformadora e, no limite, revolucionária do próprio Museu. Interessa refletir sobre o MASP em contraponto com outras obras e projetos de Lina. A nova sede do MASP é desenvolvida num momento singular de trajetória profissional de Lina, quando ela está em trânsito entre São Paulo e Salvador, tencionando seu olhar antropológico sobre a cultura brasileira, sobre o design e sobre as funções de um museu. As experiências de Lina entre a capital paulista e o Nordeste, entre o projeto para o Museu de Arte Popular e a Escola de Desenho Industrial e Artesanato do Solar do Unhão, serão determinantes para a consecução da arquitetura do MASP, com futuros desdobramentos no programa arquitetônico do SESC-Pompeia. 
 
ZEULER R. LIMA | Reinventando o vazio
Lina Bo Bardi declarou, certa vez, que o projeto do MASP não tinha sido resultado de uma extravagância arquitetônica. Ela reconhecia que as limitações urbanísticas do terreno tinham lhe oferecido uma vantagem: a recriação do histórico Terraço do Trianon como espaço intermediário entre o museu e a cidade. No apelido que o terraço ganhou, o “vão do MASP”, encontra-se o caráter público de um edifício e de uma instituição de grande originalidade cultural na vida cotidiana de São Paulo. Apesar de ser um edifício de formas claramente definidas, seus espaços ambíguos têm se acomodado às transformações caleidoscópicas do tempo. O vazio e o cheio revelam a coexistência de espaços que se alternam física e visualmente, abertos e fechados, externos e internos, numa constante reinvenção de sentidos compartilhados coletivamente.

SILVIO OKSMAN | Um olhar contemporâneo para o edifício do MASP
Passados 50 anos de sua inauguração, o edifício do MASP tem seu reconhecimento nacional e internacional mais do que consolidado. Neste momento, cabe estudar e compreender quais os valores do edifício que englobam não apenas a sua arquitetura, mas o caráter cultural de forma mais abrangente: social, urbano, histórico. Este reconhecimento se mostra fundamental para a possibilidade de intervenções de conservação e atualização do edifício. Assim, será possível ampliar a atuação do museu cuidando de um de seus principais patrimônios. O recente estudo da estrutura do edifício, financiado pela Getty Foundation, possibilitou aprofundar questões que permitem uma compreensão nova. Inédita, a pesquisa traz informações pouco estudadas e que permitem atuar com maior segurança na preservação do edifício.
 
12h15-13h15

Conversa com Lucia Guanaes, Luiza Baldan e Nair Benedicto
Nesta sessão, fotógrafas comissionadas para realizar ensaios visuais inéditos sobre o edifício do MASP na avenida Paulista apresentarão prévias das imagens que estão realizando e dialogarão sobre seus processos de trabalho.
 
14h30-16h

Conversa com Marcelo Ferraz, Marcelo Suzuki e Roberto Rochlitz
Roberto Rochlitz, engenheiro do edifício do MASP na avenida Paulista, conversará sobre a construção do edifício, as relações entre arquitetura e engenharia e as histórias sobre Lina Bo Bardi, para quem projeto é processo. A conversa será mediada pelos arquitetos Marcelo Ferraz e Marcelo Suzuki, que trabalharam com Lina Bo Bardi em outros projetos.
  
16h30-18h30

GUILHERME WISNIK | Museus sem aura
O projeto de Lina Bo Bardi para o MASP representa uma das mais radicais experiências arquitetônicas de “destruição da aura” na obra de arte, seguindo as indicações de Walter Benjamin. Uma pinacoteca com telas flutuando e organizadas sem uma hierarquia evidente. Configuração que se rebate na arquitetura do próprio edifício, cuja estrutura pesada pendura alguns dos pisos. Um ataque ao caráter elitista da arte e dos museus, em nome de um museu de excelência que se quis popular, propiciando uma empatia imediata na relação do público com as obras de arte. Essa investigação tem paralelo com o projeto de Affonso Eduardo Reidy para o MAM do Rio de Janeiro (1953), e começa um pouco antes no “Museu à beira do oceano”, que Lina projeta em 1951, realizando colagens dos espaços internos que lembram a proposta de Mies van der Rohe para o “Museu para uma pequena cidade”, de 1943.

BARRY BERGDOLL | O museu na cidade: de templo a catalisador
A combinação brilhante idealizada por Lina Bo Bardi de uma praça a ser ativada e um museu como mirante urbano transparente mostrou-se de uma só tacada como uma realização única e uma contribuição original para o debate transatlântico acerca da forma de um museu enquanto espaço de exposição de arte e sobre o papel desse tipo de instituição em cidades no contexto pós-Segunda Guerra Mundial. O debate teve início nos anos 1940, centrado tanto na Itália, obviamente uma fonte de inspiração para Lina Bo Bardi, e nos Estados Unidos. A discussão se abriu em torno do modo como o museu pode ser mais um lugar de inclusão do que de exclusão. É interessante aproximar também a combinação de Lina de uma praça sem programa e com suas galerias transparentes ao debate contemporâneo nos Estados Unidos, que envolveu arquitetos como Mies van der Rohe, Frank Lloyd Wright, Friederich Kiesler e os Saarinen, além de teóricos da arte essenciais, como Alexander Dorner.
 
OLIVIA DE OLIVEIRA | MASP 1968
O ano de 1968 permanece na memória coletiva como um ano paradigmático marcado por diversas manifestações formuladas por uma nova geração que, tanto na Europa como nas Américas, estava reivindicando um outro modo de vida e colocando em xeque a ordem e a cultura ocidental dominante. É um ano marcado pelo apogeu do espírito anárquico-libertário evocado por esses movimentos e que vinha sendo construído durante a década de 1960, mas também pela tentativa de seu sufocamento, violento e definitivo. O ano de 1968 coincide a inauguração do MASP. Como esta obra é marcada pelos acontecimentos históricos de então? Essa é a questão que será tratada na apresentação, verificando, a partir dos desenhos de Lina Bo Bardi para o MASP, como se estará clamando pela liberdade e utopia reivindicada junto a toda uma geração de intelectuais e artistas e, ao mesmo tempo, denunciando os obscuros acontecimentos da época.

PARTICIPANTES

Barry Bergdoll
Professor de História da Arquitetura Moderna na Columbia University e curador do Departamento de Arquitetura e Design do MoMA. No MoMA, foi responsável pela organização, curadoria e consultoria em diversas exposições, incluindo Latin America in Construction: Architecture 1955-1980 (2015), Frank Lloyd Wright at 150: Unpacking the Archive (2017) e, previamente, Mies in Berlin (2001). Suas publicações incluem European Architecture 1750-1890, parte da série de história da arquitetura da Oxford (2001). Atuou ainda como presidente da Society of Architectural Historians de 2006 a 2008 e como professor convidado de Belas-Artes na Cambridge University no inverno de 2011.

Eduardo Rossetti
Arquiteto e urbanista pela FAU/PUC-Campinas (1999), com mestrado pela FAU-UFBA (2002), doutorado pela FAUUSP (2007) e pós-doutorado pela FAU-UnB (2008/2009). Professor adjunto da FAU-UnB, credenciado ao PPGAU-FAU-UnB e membro do LABEURBE. Destaca-se o interesse por história, teoria e projeto, pesquisando temas como arquitetura moderna, Brasília, patrimônio, arquitetura contemporânea e o morar brasileiro. Autor de diversos artigos e dos livros Arquiteturas de Brasília (ITS, 2012) e Palácio Itamaraty: a arquitetura da diplomacia (ITS, 2017).

Guilherme Wisnik
Professor na FAUUSP. Foi colunista do jornal Folha de S. Paulo (entre 2006 e 2007 e 2016), autor de livros como Lucio Costa (Cosac Naify, 2001) e Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura (Edições Sesc SP, 2018). Foi curador das exposições Cildo Meireles: rio oir (Itaú Cultural, 2011), Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (Museu Vale, 2012), Pedra no céu: arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha (Museu Brasileiro da Escultura, 2017) e Infinito vão: arquitetura brasileira e contemporânea (Casa da Arquitectura de Portugal, 2018). Foi curador-geral da 10ª Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013).

Lucia Guanaes
Diplomada pela École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs. Dirige, junto com Marc Dumas, o estúdio Tout pour Plaire, em Paris. É autora de Brasil-Brésil (Ed. Marval, 1989) e coautora, com Marc Dumas, de Inventaire d’une Poubelle (Média intimes,1992); CD-ROM Au cœur de Bahia em 2000 (Grand prix Möbius Amérique Latine e Prix Spécial du Jury no Prix Möbius International) e São Paulo de todas as sombras (Briquet de Lemos, 2013). Entre 2000 e 2006, realizou Fronteiras do mar, Popular, Transfigurações e Paranapiacaba. As fotografias de Lucia Guanaes fazem parte do acervo da Pinacoteca de São Paulo e da coleção MASP-Pirelli. 

Luiza Baldan
Artista visual, doutoranda em Linguagens Visuais na UFRJ, é mestre pela mesma instituição e bacharel pela FIU/EUA. Realizou as exposições Perabé, foi finalista do Prêmio Pipa, MAM (Rio, 2016) e CCSP (SP, 2015), Cruzamentos, The Wexner Center for the Arts (Columbus, EUA, 2014), Índice, MAM Rio (2013) e Lugar nenhum, IMS-RJ (2013). Recebeu os prêmios Arte e Patrimônio IPHAN; Bolsa Funarte de Estímulo às Artes Visuais (2013); Rumos Artes Visuais 2011-2013 Itaú Cultural / Residência CRAC Valparaíso (2012); XI Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte (2010). É autora de Derivadores, com Jonas Arrabal (Automática, 2016) e São casas (Automática, 2012). 

Marcelo Ferraz
Formado pela FAUUSP, foi colaborador de Lina Bo Bardi de 1977 a 1992. É fundador do escritório Brasil Arquitetura (1979), com projetos premiados no Brasil e no exterior, dentre eles Bairro Amarelo, em Berlim; Museu Rodin Bahia, em Salvador; Museu do Pão, em Ilópolis; Villa Isabella, em Helsinque, e Praça das Artes, São Paulo – Prêmio APCA 2013 e Icon Awards como Edifício do Ano 2013. É também fundador da Marcenaria Barauna (1986), onde projeta e produz móveis de madeira. É autor de Arquitetura rural na Serra da Mantiqueira (Instituto Lina Bo Bardi, 1996) e Arquitetura conversável (Azougue, 2011).

Marcelo Suzuki
Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (1980) e doutor em Arquitetura pela USP (2010). É professor de Projeto no Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP campus de São Carlos e no Centro Universitário Senac – Santo Amaro, e coordenador do curso de Design Industrial no Centro Universitário Senac – Santo Amaro. Profissional de arquitetura e urbanismo em escritório próprio, segue projetando diversos edifícios de habitação, de uso institucional, industrial e comercial. Projeta também móveis e equipamentos para diversos usos e ambientes. Projetou e montou diversas exposições de arte, cultura e design. Escreveu artigos acadêmicos e para periódicos. 

Marina Grinover
Arquiteta e urbanista pela FAUUSP, com mestrado e doutorado pela mesma universidade. Pesquisadora do Instituto Bardi em 2008, é autora dos livros Uma ideia de arquitetura, escritos de Lina Bo Bardi (Annablume, 2018) e Lina por escrito (Cosac Naify, com Silvana Rubino, 2009). Foi professora na FAUUSP em 2016 e 2017, leciona desde 2006 na Escola da Cidade e atualmente na FAAP. Professora convidada no MIT Center for Advanced Urbanism, em 2018. Sócia-fundadora do escritório Base Urbana, onde atua desde 2007. Entre os prêmios recebidos, destacam-se APCA 2014 – Melhor Urbanidade Projeto Reurbanização Favela do Sapé, 1º Prêmio Renova SP, 2011, e 1º Prêmio Parque Estadual do Cocó, 2017.

Nair Benedicto
Licenciada em Rádio e TV pela ECA-USP. É uma das fundadoras da Agência F4 de Fotojornalismo e Documentação (1978-1991). O foco principal de seus trabalhos tem sido as questões sociais, a mulher, a criança e ecologia, particularmente na América Latina. Fez parte do grupo que fundou o Nafoto, na perspectiva de inserir a fotografia brasileira nos circuitos internacionais, realizando o Mês Internacional da Fotografia durante vinte anos. Seus trabalhos estão em revistas nacionais e estrangeiras e em museus como MASP, MAM do Rio de Janeiro, Belas Artes de Buenos Aires, Smithsonian de Washington e MoMA de Nova York. 

Olivia de Oliveira
Arquiteta, mestre e doutora pela Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona. Trabalha em Lausanne, Suíça, associada ao escritório Butikofer de Oliveira Vernay. Autora da monografia Lina Bo Bardi. Obra Construída (Gustavo Gili, 2002) e do livro Subtle Substances. The Architecture of Lina Bo Bardi (Gustavo Gili e Romano Guerra, 2006). Prêmio IAB São Paulo 2006 e Short List RIBA- Royal Institute of British Architects (Londres, 2007). Professora visitante no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia, coordenando o projeto de pesquisa Vazios Construídos (2015-2018)

Roberto Rochlitz
Engenheiro civil pela Escola Politécnica da USP. Projetista estrutural e calculista em obras como Hotel Sheraton do Rio de Janeiro, Centro Empresarial de São Paulo, Condomínio Ilha do Sul, as aciarias da Açominas e da Siderúrgica de Tubarão. Foi supervisor da assessoria da Comissão de Política Urbana da Câmara Municipal de São Paulo. Publicou os trabalhos O concreto de alta resistência do Edifício Trianon – MASP e Prestressed Structures of the Centro Empresarial de São Paulo – Brazil. Foi instrutor da cadeira Pontes e Estruturas Tridimensionais da Escola Politécnica da USP.

Silvio Oksman
Arquiteto e urbanista, sócio do escritório Metrópole Arquitetos. Mestre e doutor pela FAUUSP, tem se dedicado às questões relativas à preservação do patrimônio cultural, especificamente da arquitetura moderna. Recebeu Medalha de prata no Prêmio Domus, na Itália, pelo projeto de restauro do edifício sede do IAB-SP. Coordenou o plano de conservação da estrutura do edifício do MASP financiado pela Getty Foundation no programa Keeping It Modern. Entre 2013 e 2017, foi Conselheiro do CONDEPHAAT e CONPRESP. É professor da Escola da Cidade.

Zeuler R. Lima
Educador, pesquisador, arquiteto, artista e curador, tendo colaborado com várias instituições culturais e universidades no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e no Japão. Biógrafo de Lina Bo Bardi, tem dedicado quase duas décadas à vasta pesquisa sobre sua vida e obra, incluindo livros, catálogos e exposições, entre elas uma mostra em desenvolvimento sobre os desenhos da arquiteta na Fondació Joan Miró, em Barcelona (2019).

Vídeos