MASP

Práticas curatoriais e feminismos anticoloniais

Pensar em curadoria, feminismo e anticolonialidade nos remetem a alguns questionamentos: é possível ser feminista hoje e corroborar com mecanismos racistas, classistas ou LGBTfóbicos? Como os feminismos se articulam enquanto ativismo no cerne do sistema de arte? Partindo de reflexões elaboradas por teóricas do feminismo negro interseccional e da noção comunitária praticada e construída por pensadoras indígenas, a palestra abordará os desafios de práticas feministas em contextos privilegiados de raça e classe, apresentando produções políticas, em diferentes linguagens, que proponham diálogos em favor de atuações artísticas e curatoriais antirracistas e anticoloniais.

PALESTRANTE

Beatriz Lemos

Beatriz Lemos atua como curadora e pesquisadora. É idealizadora da plataforma de pesquisa Lastro – intercâmbios livres em arte. Entre 2015/2016, integrou o programa Curador Visitante da EAV – Parque Lage (RJ), que se desenvolveu na criação da Biblioteca e Centro de Documentação e Pesquisa. Em 2017, integrou o júri curatorial do 20º Festival de Arte Contemporânea –  Sesc/Videobrasil e coordenou a residência autônoma Travessias Ocultas –  Lastro Bolívia, qual teve sua versão em exposição no Sesc Bom Retiro (SP). Tem realizado cursos e oficinas sobre processos anticoloniais no Brasil e América Latina e, atualmente, coordena o Grupo de estudos Lastro na Casa 1 em São Paulo.

Programação

Práticas curatoriais e feminismos anticoloniais
Data e Horário: 11.5 sab 11h-13h

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